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Ed. 1.193 O Regional

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1O REGIONAL - Sexta-feira, 27 de Setembro de 2019O REGIONAL - Sexta-feira, 23 de Junho de 2017 Circulação: Piên, Curitiba, Agudos do Sul, Tijucas do Sul, Mandirituba, Quitandinha, Campo do Tenente, Lapa, Contenda, Fazenda Rio Grande, Rio Negro, Pinhais e São Bento do Sul1Sexta-feira, 27 de Setembro de 2019Edição 1.193 - Ano XXIVO Jornal da RegiãoGASTOS EM EDUCAÇÃO E SAÚDESOMARAM R$ 430 MI EM 2018 Segundo números divulgados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), investimentos nestes setores nas dez prefeituras da região tiveram crescimento médio de 11,7% comparados a 2017. Apesar de todo o esforço do poder público e a destinação de valores acima dos índices exigidos pela lei, demanda de atendimentos não é completamente atendida em uma série de serviços. PÁGINA 4Beleza e rentabilidade na produção de plantas ornamentais Cultivo de plantas ornamentais em Agudos do Sul e Piên vem tendo destaque. Em 2018, faturamento com a cultura nas duas cidades chegou a R$ 7,7 milhões e R$ 2,2 milhões, respectivamente. PÁGINA 5Nova patrola reforça serviços em estradas rurais de MandiritubaParaná tem saldo positivo de 49,7 mil empregos em 8 mesesMotoniveladora foi adquirida ao valor de R$ 502 mil e será empregada na Patrulha Mecanizada, atendendo a manutenção de estradas. PÁGINA 14Dados do Caged mostram que no acumulado do ano foram 49.704 vagas de trabalho no Estado. Em agosto, saldo positivo foi de 8.726 postos. PÁGINA 72O REGIONAL - Sexta-feira, 27 de Setembro de 2019Artigo: Raphael Rolim de Moura - Biólogo e Diretor na Comec - ParanáAs Unidades de Conservação III Vamos realizar um exercício aonde devemos compreender que as Unidades de Conservação (UC’s) não impedem o desenvolvimento defendido por parte da sociedade. Quem defende a tese de que preservar áreas verdes “atrapalha” ou “atrasa” o bem-estar de uma sociedade age com má fé ou acabou sendo corrompido pela ignorância. Não existe vida sem as florestas e toda vez que falamos em desenvolvimento a palavra sustentável já é resgatada em nosso cérebro. Podemos ter como exemplo a crise ambiental originada no Bioma Amazônia. As exportações, que em 2018 ultrapassaram o valor de US$ 239,5 bilhões, tiveram a sua expectativa em 2019 ameaçada haja vista a pressão da China, União Européia e Estados Unidos após o aumento de mais de 80% (comparativo a 2018) das queimadas segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Esta é a maior alta e também o maior número de registros em 7 anos no país e barreiras comerciais começaram a ser discutidas por nossos parceiros estrangeiros.Neste caso, quem foi decisivo para que o Governo Federal atual agisse pela preservação da floresta? O agronegócio. O presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Marcelo Vieira, declarou que “a área atualmente ocupada pela agropecuária é de 30% do território brasileiro apenas, mas com os ganhos de produtividade que vêm ocorrendo, nós temos condição de produzir mais que o dobro do que nós produzimos hoje na mesma área. Então, a agropecuária brasileira não precisa expandir (a área utilizada)”. Não está difícil então termos a clareza no debate da conciliação da teoria do desenvolvimento. Hoje a questão ambiental passou a ser fator comercial importante em todo o planeta. Os países que não se adequarem à esta realidade vão perder inúmeras oportunidades de negócios e, talvez assim, os cidadãos que ainda possuem uma visão míope, ou seja, não enxergam muito bem à distância, começarão a utilizar lentes corretivas para se adequarem ao mundo atual. Preservar ou conservar uma Unidade de Conservação faz bem para a economia.O REGIONAL - Sexta-feira, 27 de Setembro de 20193O REGIONAL - Sexta-feira, 27 de Setembro de 2019Prefeituras investiram R$ 430 mi em Educação e Saúde em 2018 na região4Segundo números apresentados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), setores são os que mais necessitam de investimentos por parte do poder público. Em um comparativo entre 2017 e 2018, valor empregado nestas áreas teve um acréscimo médio de 11,7%Com uma extensa demanda de serviços, as prefeituras realizam grandes investimentos para garantir uma maior cobertura do atendimento à população. De acordo com números do Tribunal de Contas do Estado (TCE), as áreas da Educação e da Saúde são os que recebem as maiores fatias de investimentos, contabilizando somente no ano passado R$ 430.346.599,86 nas dez prefeituras da região, quantia superior ao empregado em 2017, quando foram destinados a estes segmentos R$ 385.253.564,81. Neste comparativo, o crescimento médio de investimentos foi de 11,7% em ambos os setores. Contabili-zando apenas estas duas áreas, em 2017, o valor destinado a educação foi maior em oito municípios, enquanto que a Saúde teve maior receita em dois. Já no ano passado, a parte educacional recebeu o maior investimento em seis cidades, ficando a Saúde com maior fatia de recursos em quatro. Confira na tabela abaixo os números detalhados. Segundo o contador Ricardo Casagrande, a lei exige que ao menos 25% do orçamento sejam empregados na área da Educação e 15% na Saúde. “Este percentual mínimo é cumprido pelas prefeituras que, em sua grande maioria, destinam recursos extras para atender a demandade serviços. Isto se dá, principalmente, porque estes setores são os que necessitam de um número maior de servidores”, destaca Casagrande. Paralelamente, o aumento das despesas com estas áreas não acompanha a arrecadação e tem causado complicações às prefeituras. “As obras, para serem realizadas, dependem quase que unicamente de recursos enviados pelas esferas estadual e federal, ou ainda obtidos por meio de empréstimos”, avalia Casagrande, pontuando algumas medidas que os gestores devem adotar. “Potencializar a receita própria é fundamental, para isso é necessário atrair novas empresas, atualizar a plantagenérica de valores para ter mais receitas de impostos e diminuir gastos desnecessários. São essenciais algumas ações enérgicas e até mesmo impopulares para garantir o equilíbrio financeiro da máquina e atender setores prioritários”, enfatiza. Para o secretário de Administração e Finanças de Campo do Tenente, RodrigoFerreira de Souza, a prefeitura realiza grande esforço para suprir as necessidades da população. “No ano passado, destinamos 26% dos recursos somente para a Saúde, adquirindo mais remédios e equipamentos, ampliando consultas, exames e o transporte sanitário, promovendo reajustes salariais aos servidores e diminuindo a terceiri-zação de médicos”, detalhou o secretário, pontuando que é necessário um criterioso planejamento para honrar com os compromissos e não deixar a população desassistida. “Apesar de todo o esforço, nem sempre é possível atender a demanda em todas as áreas, até mesmo na Saúde, onde se é investido muito mais que o mínimo exigido”, concluiu.NO MUNICÍPIO DE PIÊN, gasto com saúde superou o investimento em educação no ano passadoO REGIONAL - Sexta-feira, 27 de Setembro de 2019Cultivo de plantas ornamentais ganha notoriedade em Agudos do Sul e Piên5Segundo levantamento do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP), faturamento com a cultura em Agudos do Sul e Piên chegou a R$ 7,7 milhões e R$ 2,2 milhões, respectivamenteCom a chegada da Primavera, a estação mais florida do ano, já é comum observar em toda a região o colorido das flores e o paisagismo das plantas ornamentais, cultura esta que vem aparecendo como fonte de renda na agricultura local. Na região, de acordo com o mais recente levantamento do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP), o cultivo de plantas ornamentais se destaca em dois municípios, Agudos do Sul e Piên, onde o faturamento durante a safra 2017/2018 chegou a R$ 7,7 milhões e R$ 2,2 milhões, respectivamente. O cultivo de plantas ornamentais na comunidade de Palmitos, na divisa entre Agudos do Sul e Piên, por exemplo, teve início na década de 90, quando Alvino Bertoldi e seu amigo Inácio Ferraz, já falecido, perceberam a oportunidade de cultivar comercialmente plantas ornamentais, mais especificamente o Buxus Sempervirens, pois eventualmente surgiam comerciantes comprando estas plantas cultivadas nos jardins particulares ou fundos de quintais. Bertoldi e Ferraz incentivaram outros produtores a iniciarem o cultivo, mas na época poucas pessoasacreditaram que esta nova cultura poderia trazer retorno financeiro. Com o passar do tempo, outros agricultores também iniciaram a produção de plantas ornamentais e, aos poucos e por conta da boa qualidade dos produtos, a região foi se tornando conhecida nacionalmente. Em 2016, Agudos do Sul foi o primeiro município a exportar plantas ornamentais no Paraná. Segundo a família Bertoldi, apesar de ser uma atividade rentável, alguns fatores acabam prejudicando o mercado. “Uma das dificuldades da produção da plantas é não ter um preço fixo, ou seja, cada produtor pode fazer seu preço e muitas vezes não têm noção dos custos, vendendo abaixo do valor da produção. Outro agravante que poderá trazer problemas sérios no futuro é que cada vez que vende uma planta produzida no campo, está vendendo também a camada fértil do solo e com isso, dentro de 15 a 20 anos, toda a região que trabalha com planta ornamental poderá deixar de produzir por falta de fertilidade do solo. E devido à pouca margem de lucro, o produtor não tem condições de investir adequadamente no solo e manter ele produtivo,ORNAMENTAIS BERTOLDI É uma das empresas com forte atuação no ramo das plantas na regiãofazendo a rotação de cultura, adubação orgânica e tudo o que é necessário para renovar a terra fértil”, pontua a família. De acordo com os produtores da Ornamentais Bertoldi, o trabalho com as plantas tem suas particularidades, que possibilitam resultados positivos tanto para a empresa quanto para o consumidor final. “Entre os pontos positivos desta cultura, quando você está consolidado no mercado e com sua clientela,consegue trabalhar com uma programação de produção. É um universo diferente para cada espécie e sempre tem novidade no mercado. Também é a oportunidade de trabalhar com o belo e conseguir transformar ambientes com as plantas”, avaliam. O engenheiro agrônomo da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento, Paulo Andrade, avalia que o mercado das plantas ornamentais vem contribuindopara o fortalecimento da economia paranaense. “As plantas ornamentais aparecem na segunda colocação de produção na área da floricultura do Estado e, os municípios de Agudos do Sul e Piên configuram, juntos, com quase 50% da produção estadual”, detalha Andrade, reforçando ainda a cultura de palmeira imperial em Quitandinha. “É uma atividade que também aparece com destaque”, aponta. Por fim, Andrade pontuaque aos poucos a população brasileira tem se adaptado à cultura das flores e plantas ornamentais, buscando o paisagismo e o bem estar nos ambientes. “Com a urbanização, a sociedade tem buscado trazer parte do campo para dentro dos ambientes, procurando flores, plantas e até o gramado. A floricultura, por meio das plantas ornamentais, tem sua importância e vem se mostrando um bom negócio”, finaliza.O REGIONAL - Sexta-feira, 27 de Setembro de 20196O REGIONAL - Sexta-feira, 27 de Setembro de 2019Estado do Paraná teve 49,7 mil vagas de emprego criadas em oito meses7Estado teve o melhor resultado do sul do país no mês de agosto, segundo dados do Caged divulgados quarta-feiraCom um saldo positivo de 8.726 novas vagas formais de trabalho em agosto, o Paraná chegou à marca de 49.704 empregos no acumulado do ano. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na última quarta-feira, e mostram que o Paraná liderou a criação de postos na região sul no oitavo mês de 2019, ficando à frente de Santa Catarina, que gerou 6.529, e Rio Grande do Sul, que fechou 1.988 vagas. O resultado de agosto é o terceiro melhor do ano, sendo superado apenas pelos desempenhos alcançados em fevereiro e abril. O setor que mais empregou no mês foi o de serviços, com 4.146 novos postos. Comércio, indústria e construção civil também se destacaram, enquanto que agropecuária e serviço público tiveram redução. O governador RatinhoJunior afirma que a administração estadual está reforçando as ações para ampliar as oportunidades de emprego no Paraná, destacando o trabalho de atração de novos investimentos industriais e medidas para descomplicar as ações de quem quer empreender. “Emprego é uma das prioridades da nossa gestão”, disse. Quanto aos números nacionais, pelo quinto mês seguido, o Brasil teve saldo positivo no emprego formal. Em agosto, a expansão foi de 121.387 vagas, decorrente de 1.382.407 admissões e de 1.261.020 desligamentos. O resultado equivale à variação de 0,31% em relação ao mês anterior. Foi o melhor agosto, segundo o Caged, desde 2013. No acumulado de 2019 foram criados 593.467 novos postos, com variação positiva de 1,55%. Nos últimos 12 meses foram criados 530.396 empregos.INDÚSTRIA PARANAENSE VEM dando importantes sinais de reaquecimento da economia com a geração de empregosSicredi realiza premiação dos associados da Lapa Com apenas 12 anos, Luís Bernardo Rocha Martins foi contemplado na campanha Poupança PremiadaRecentemente, a Sicredi Integração PR/SC realizou a entrega de prêmios para os associados sorteados em campanhas promocionais dainstituição financeira cooperativa. Ao longo do ano, mais de nove associados foram contemplados, sendo que recentemente os asso-ciados Luís Bernardo Rocha Martins e Julita Sass Moreira, moradores da cidade da Lapa, ganharam nas campanhas Poupança Premiada - VemPoupar e Ganhar e Seguro de Vida, respectivamente. Com apenas 12 anos, Luís Martins foi sorteado na campanha da poupança, sendo contemplado com R$ 2 mil. Lançada em abril, a ação irá distribuir R$ 1,5 milhão aos associados que aplicarem napoupança Sicredi, por meio de sorteios semanais de R$ 2 mil, mensais de R$ 50 mil, e o grande prêmio final de R$ 500 mil. Já Julita Moreira recebeu o prêmio de R$ 50 mil da campanha Seguro de Vida, na qual o segurado pode ganharo equivalente ao seu capital segurado em vida, por meio de quatro sorteios mensais pela Loteria Federal. Os seguros de vida são oferecidos pelo Sicredi em parceria com a Icatu Seguros e já distribuíram entre os associados premiados mais de R$ 33 milhões.LUÍS BERNARDO FOI sorteado na campanha da poupança e faturou o prêmio de R$ 2 milNA CAMPANHA SEGURO de Vida, a lapeana Julita Sass recebeu R$ 50 milO REGIONAL - Sexta-feira, 27 de Setembro de 2019Plantio direto de hortaliças é uma das novas alternativas em CTenente8Projeto, desenvolvido pela Emater, prefeitura e sindicato, visa melhorar a produção e diminuir uso de agroquímicosAliar a produtividade, qualidade e minimizar os impactos ambientais é um dos grandes desafios da agricultura em toda a região. Em Campo do Tenente, a Emater, em parceria com a prefeitura e o Sindicato dos TrabalhadoresRurais, iniciou neste ano um novo projeto de plantio direto de hortaliças. A área experimental possui 600m² e está localizada na propriedade do agricultor Lourival da Cruz, na localidade do Buriti. Com apoio daprefeitura no fornecimento de calcário e esterco, as atividades iniciaram em março com o preparo e a correção do solo, enquanto que em maio aconteceu a semeadura de adubo verde com aveia. Os trabalhos seguiram nesteFORRAGEIRA FOI DEITADA sem a utilização de herbicidas, preparando o solo para o plantiomês, quando a forrageira foi deitada sem o uso de herbicida. “Concluída esta etapa, os agricultores optaram pelo plantio de abobrinha italiana sobre a palhada de aveia. A colheita deverá acontecer em dezembro, com a expectativa de que sejam colhidas cerca de 70 caixas”, estima o técnico extensionista da Emater de Campo do Tenente, Luís Gustavo Lorga. Um dos principais objetivos deste projeto, além de melhorar a produtividade, está na utilização de apenas materiais orgânicos na lavoura. “Este sistema visa diminuir de forma gradativa a dependência de agroquímicos, reduzindo os custos de produção e garantindo ao produtor e também ao consumidor um alimento de qualidade e saudável. Além disso, outro fator primordial é a redução dos danos ambientais e na saúde de quem produz”, salienta Lorga, detalhando mais sobre o projeto. “Desde o início, os agricultoresPALHADA GARANTIU AO solo boas condições para que ele pudesse receber o plantio de abobrinha italianase reúnem quinzenalmente para acompanhar o passo a passo da lavoura, obtendo mais detalhes e trocando experiências”, conta. Paralelo a este projeto, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais está buscando junto ao Senar a realização de cursos. “Os tópicos estãovoltados à conservação do solo, planejamento rural e nutrição de plantas. Estamos trabalhando em várias frentes para que possamos potencializar a produção agrícola, sem esquecer de ter a atenção e o cuidado necessário com o meio ambiente”, concluiu Lorga.O REGIONAL - Sexta-feira, 27 de Setembro de 2019Estudantes plantam árvores do programa Paraná Mais Verde9Em toda a região foram realizadas ações alusivas ao dia da árvore. Foram plantadas 413 mil mudas no EstadoA última segunda-feira foi marcada pelo plantio de árvores em todo o Estado. Por meio do programa Paraná Mais Verde, de arborização rural e urbana, foram plantadas 413 mil mudas de espécies nativas, levadas a escolasestaduais de todas as cidades. A iniciativa pode chegar a 700 mil árvores com a participação de órgãos estaduais e municipais e da comunidade. Em vários municípios da região, as prefeituras apoiaram e participaram das ações doCOLÉGIO FREDERICO GIESE, de Piên, foi uma das instituições que promoveram o plantio de árvores no ambiente internoprograma. Em Piên, o secretário municipal de Agricultura, Moacir Gravi Gonçalves, e a técnica em meio ambiente Cristiane Abuda acompanharam o plantio de mudas realizado por alunos dos colégios estaduais Alfredo Greipel Junior e Frederico Guilherme Giese. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) local também teve ações de plantio. O secretário parabenizou os professores e alunos pela atividade e destacou o programa. “Além de ajudar a arborizar a cidade, o Paraná Mais Verde também chama a atenção para a importância da preservação”, disse Gravi. Maria Julia, prefeita de Quitandinha, onde foram distribuídas mais de 850 mudas para plantio em escolas, colégios e Apae, também destacou o caráter educativo do programa. “O aluno faz o plantio da muda e depois se preocupa em cuidar daquela planta. É um aprendizado para a vida”, enfatizou. OPREFEITA MARIA JULIA acompanhou o plantio das mudas junto aos estudantesbiólogo do município, Edinei Mlenek, explicou que foram distribuídas mudas de ipê, pitangueiras, sombreiros e várias outras espécies, simbolizando o dia da árvore, comemorado em 21 de setembro. Segundo o governadorRatinho Junior, o Paraná Mais Verde é uma demonstração da estratégia do governo de aliar desenvolvimento ambiental, econômico e social. “O Paraná ganha uma nova e imensa floresta a partir de agora, com o plantio de mais de 400 milmudas”, afirmou o governador. A iniciativa também foi alusiva ao início da primavera. Além das unidades escolares, foram distribuídas mudas para os alunos levarem para casa, além da implantação de viveiros municipais e de hortas comunitárias.O IBGE confirma: de janeiro a julho deste ano, a produção industrial do Paraná foi a que mais cresceu no Brasil. Foram 7,2%*. O maior resultado nos últimos nove anos. O Paraná também é o estado preferido para investimentos estrangeiros no país. Isso é fruto do trabalho dos paranaenses e do Governo do Estado, que cortou privilégios, atraiu empresas e investiu com o firme objetivo de gerar desenvolvimento e melhorar a vida da nossa gente. Por isso podemos comemorar a criação de 41 mil novos empregos**. E isso é só o começo, porque todo paranaense sabe:O Paraná é terra de gente que trabalha. *Fonte: Pesquisa Industrial Mensal – IBGE. Setembro/2019. **Fonte: CagedO REGIONAL - Sexta-feira, 27 de Setembro de 2019Piên recebe R$ 143 mil Politicando para custeio na Saúde10redacao@oregionalpr.com.brRegião Metropolitana IRecursos são fe

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